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Saiba quais são os desafios de quem escolhe a carreira em exatas

Saiba quais são os desafios de quem escolhe a carreira em exatas

Você decidiu seguir a carreira em exatas e agora bateu aquela dúvida: é isso mesmo o que eu quero? Números, números e mais números. Será que eu vou dar conta?

Bom, vejamos pelo lado positivo. Uma das piores fases da adolescência é escolher um curso, uma profissão a seguir e essa etapa você já venceu. Agora é enfrentar os obstáculos decorrentes dessa escolha.

O que esperar da carreira em exatas?

Mas que futuro lhe reserva caso opte pela área de exatas? Listamos abaixo alguns desafios enfrentados por aqueles que optam pela área de exatas. Vamos a eles!

Gostar de matemática, física e/ou química

É relativamente fácil identificar se você gosta ou não da área de exatas. Você não pode odiar matemática, física e química. Poder até pode, mas não deveria, porque são disciplinas que farão parte da sua vida, caso queira realmente seguir carreira.

O mercado de trabalho para o profissional de ciências exatas é amplo e inclui diversos perfis, mas algumas características são comuns à carreira: ao ingressar em uma empresa – privada ou pública – ele irá conviver sistematicamente com inovação a partir do desenvolvimento de novas tecnologias (mesmo se atuar como professor).

Solucionar problemas complexos

Desenvolver um raciocínio lógico, lidar com conceitos e modelos abstratos e gostar de discutir soluções para problemas complexos em grupo são algumas habilidades dos profissionais que atuam na área de exatas.

Seja nos cursos de Engenharia da Computação, Física, Matemática (Estatística) ou em Sistemas de Informação, o estudante terá que lidar com competências na área humanística como trabalhar com equipes, alunos ou clientes. O conhecimento em inglês também é exigido.

Aprender a lidar com a multidisciplinaridade

Multi significa muitas…e bota muitas nisso! Quem atua na área de exatas precisa estar apto a desenvolver jogos de computador, a lidar com modelos climáticos, a projetar softwares e soluções em hardware, a avaliar movimentações financeiras e até mesmo a preparar conteúdo para dar aula para crianças.

Mais recentemente, a área de jogos digitais tem crescido, assim como a busca por este tipo de profissional. O foco é a produção de games nas áreas de entretenimento, educação e saúde.

Desmistificar o preconceito, no caso de mulheres

Um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), divulgado em 2012, mostra que apenas 14% das jovens brasileiras que ingressaram na faculdade pela primeira vez optaram por cursos relacionados à ciência, incluindo-se aqui campos como engenharia, indústria e construção.

Além da baixa procura por esses cursos por pessoas do sexo feminino, quanto maior o nível dos cargos nas empresas, menor é o número de mulheres. E muitas delas reclamam de preconceito, de discriminação de gênero, especialmente nos altos cargos, pelo fato de serem mulheres.

Portanto, se você for mulher, ter uma postura crítica será um dos maiores desafios.

Lidar com a crise econômica brasileira

Nos últimos anos, a crise econômica brasileira tem impactado de forma avassaladora na empregabilidade no país. Os níveis de desemprego são enormes – chegando a 13% em 2016 – mas há luz no fim do túnel.

Por ser uma área extremamente relevante, em se tratando de um país em desenvolvimento, há as áreas de estrutura e edificações, por exemplo, que continuam tendo visibilidade. A área de tecnologia começa a reconhecer o profissional de TI, passando a remunerá-lo melhor.

E, ao contrário do diploma, que dura para sempre, as crises passam e o mercado de trabalho se revigora, com melhores perspectivas para os próximos anos.

E então, você se identificou com a carreira em exatas? Leia outro de nossos artigos e participe!

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